LITURGIA Pela sua natureza, a Liturgia se coloca acima de toda forma de culto presente nas religiões não-cristãs e se caracteriza de modo que os elementos naturais que entram em questão quando se trata da celebração, como também os ritos, as festas, os gestos, os sinais, etc. são entendidos segundo um código de leitura que é o da fé. A Liturgia, na verdade, é obra divino-humana (SC 2). Para a comprensão correta da sua natureza, portano, podemos partir do aspecto divino ou humano. É, porém, important não descuidar de um e nem do outro aspecto, como igualmente enfatizar um em detrimento do outro: isto destruiria as características da própria Liturgia. A Liturgia é a vida da Igreja. O próprio Concílio Vaticano II já havia apontado à renovação liturgica como resposta à vida hodierna morna de sensibilidade ao sagrado. Precisamos, antes de avivar as rubricas, uma renovação espiritual baseada na Liturgia. A Liturgia em seu aspecto descendente (de Deus aos homens) é obra e dom de Deus. Ele cria a Liturgia para a economia da salvação por amor à humanidade. Nesse aspecto, a Liturgia nos coloca de frente com o mistério de Deus, que quis se revelar aos homens. Sem a Liturgia não há meio ou salvação para o homem. Ela entra no plano de salvação como condição essencial. Em seu aspecto ascendente (culto dos homens prestado a Deus), ela é a expressão religiosa e do amor do homem à Divindade. A Liturgia ascendente só tem sentido se for vista pela lógica de Cristo, é por meio dEle e com Ele (no Espírito Santo) que a salvação se realiza. A Liturgia é o nosso culto que prestamos a Deus: mas, antes, de expressão religiosa, ela deve tornar-se e ser nosso ato de amor incondicional que devotamos ao Pai. Deus nos premia(premeia) com a Sua Face e fazemos dEla nossa oferenda mais perfeita do amor incondicional de Jesus Cristo manifestou pelo Pai e pelos homens.
Tabela dos dias litúrgicos por ordem de precedência (CR 59: EDREL 689) I 1. Tríduo pascal da Paixão e Ressurreição do Senhor. 2. Natal do Senhor, Epifania, Ascensão e Pentecostes. Domingos do Advento, da Quaresma e da Páscoa. Quarta-feira de Cinzas. Férias da Semana Santa, da Segunda à Quinta-feira inclusive. Dias dentro da Oitava da Páscoa. 3. Solenidades do Senhor, da Virgem Santa Maria e dos Santos inscritos no Calendário geral. Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos. 4. Solenidades próprias, a saber: a) Solenidade do Padroeiro principal do lugar, da cidade ou da nação. b) Solenidade da Dedicação e do aniversário da Dedicação da igreja própria. c) Solenidade do Título da igreja própria. d) Solenidade do Título ou do Fundador ou do Padroeiro principal da Ordem ou Congregação.
II 5. Festas do Senhor inscritas no Calendário geral. 6. Domingos do Tempo do Natal e Domingos do Tempo Comum. 7. Festas da Virgem Santa Maria e dos Santos inscritas no Calendário geral. 8. Festas próprias, a saber: a) Festa do Padroeiro principal da diocese. b) Festa do aniversário da Dedicação da igreja catedral. c) Festa do Padroeiro principal da região ou da província, da nação ou de um território mais vasto. d) Festas do Título, do Fundador, do Padroeiro principal da Ordem ou Congregação e da província religiosa, salvo o que se prescreve no n. 4. e) Outras festas próprias de cada igreja. f) Outras festas inscritas no Calendário de cada diocese, Ordem ou Congregação. 9. Férias do Advento, do dia 17 ao dia 24 de Dezembro inclusive. Dias da Oitava do Natal. Férias da Quaresma. III 10. Memórias obrigatórias do Calendário geral. 11. Memórias obrigatórias próprias, a saber: a) Memórias do Padroeiro secundário do lugar, da diocese, da região ou da província, da nação ou de um território mais vasto, da Ordem ou Congregação e da província religiosa. b) Outras memórias obrigatórias inscritas no Calendário de cada diocese, Ordem ou Congregação. 12. Memórias facultativas que também se podem celebrar nos dias referidos no n. 9, segundo o modo peculiar descrito nas Instruções do Missal Romano e sobre a Liturgia das Horas. Podem celebrar-se na mesma forma como memórias facultativas as memórias obrigatórias eventualmente, ocorrem nas férias da Quaresma. 13. Férias do Advento até ao dia 16 de Dezembro inclusive. Férias do Tempo do Natal, desde o dia 2 de Janeiro até ao Sábado depois da Epifania. Férias do Tempo Pascal, desde a Segunda-feira depois da Oitava da Páscoa até ao Sábado antes do Pentecostes inclusive. Férias do Tempo Comum.
Contato
www.TEATINOSNOBRASIL.com.br Telefone: (55**11) 2421 5460 Email: teatinosnobrasil@hotmail.com (MSN) teatinos@terra.com.br Av Guarulhos, 3614 - Ponte Grande Guarulhos/SP CEP 07030-001
Seminários Seminário São Caetano Seminário Santo André Avelino Seminário São Pio X Noviciado Divina Providência Seminário Beato João Marinoni Paróquias Contatos Liturgia Devoções Teatinas 03/01 - São José Maria Tomasi 08/05 - Nossa Senhora da Pureza 17/06 - Beato Paulo Burali
07/08 - São Caetano Thiene 14/09 - Exaltação Santa Cruz 05/11 - Finados "Teatinos"
10/11 - Santo André Avelino 12/12 - Beato João Marinoni História Teatina Mídias
Fotos Vídeos Informativos Projetos Sociais
Inst. Nossa Senhora da Pureza - Fartura/SP Casa dos Avós - Taguaí/SP Associação SOS Família São Geraldo - Guarulhos/SP Projeto Zaqueu - Contagem/MG Rádio Nova Voz - Fartura/SP Rádio Aliança FM - Guarulhos/SP Ano Vocacional
Carta de Abertura do Ano Vocacional Padroeiro dos Sacerdotes - Santo Cura d'Ars Inscrição Estágio Vocacional Dúvidas Vocacionais
Início Teatinos no mundo Família Secular Teatina Prepósito Geral Conselho Geral
Prepósito Provincial Conselho Provincial Basílica Sant'Andrea della Valle - Roma© Copyright Sociedade dos Padres Teatinos - Desenvolvido pelo Governo Provincial - 2010/2014. Todos Direitos Reservados
Santos Teatinos São Caetano Thiene Santo André Avelino São José Maria Tomasi Beato João Marinoni Beato Paulo Burali D'Arezzo Ven. Vicente Maria Morelli Ven. Ursula Benincasa