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Qual é nossa MISSÃO? Estar sempre reformando a Igreja através da reforma de nossas ações, tornando-se luz e exemplo de vida religiosa e sacerdotal. Qualquer tarefa ou ministério em busca do Reino de Deus são tarefas e ministérios do Teatino. O amor é a motivação e razão de todas as nossas ações.
Qual é nosso LEMA? Inspirados no Evangelho de Mateus que retrata a ação providente de Deus na história, nosso lema é Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e sua Justiça e todo o mais virá por acréscimo (Mt 6, 33).
O que fazemos? Estamos empenhados em diversas realidades onde é necessária a vivência e testemunho do Evangelho. Devemos ser os sentinelas da Reforma, sempre atento aos sinais da História que exigem atitudes concretas: Paróquias, Casa dos Menores, Rádios, Missões Populares, Pastorais Específicas, Juventude e Vocacional Colégios
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mais tarde Papa Paulo IV – com Bonifácio de’Colli e Paulo Consigliere, ao professar solenemente no dia 14 de setembro de 1524, na Basílica Vaticana do Apostolo São Pedro. Ordem que mereceu ser chamada por Urbano VIII adorno singular e muito eminente da Igreja. Recebemos o nome de Teatinos devido ao Bispo Teatino (de Theate = Chieti, Itália) João Pedro Carafa, que foi o primeiro Prepósito deste novo Instituto. Aquela primeira comunidade, integrada pelos quatro fundadores, todos os membros da Companhia do Amor Divino, surgida em Roma como centro e cenáculo de reforma evangélica, foi instituída com autoridade do Breve Pontifício Exponi Nobis, expedido por Clemente VII aos 24 de junho de 1524. Posteriormente esta Ordem de Clérigos Regulares foi aprovada e confirmada pelo mesmo Pontífice mediante a Dudum pro parte vestra de 7 de março de 1533. A Ordem dos Teatinos foi, cronologicamente falando, o primeiro daqueles institutos que, no século XVI, desempenharam um papel primordial na reforma da Igreja e que abriram o caminho aquela renovação que, depois, o Concilio de Trento tomaria como sendo sua. A regra a seguir, que Cristo, o Senhor, legou aos seus discípulos: a saber, o Evangelho, nossos fundadores adotaram-no como a primeira de todas as suas leis. De fato, nossos Padres, depois de ter renunciado a todas as dignidades e abdicado de todo beneficio eclesiástico e inclusive de seus próprios bens temporais, convertidos em verdadeiros pobres de Cristo, por ele deixaram tudo: e ainda, apoiados pela Providência de Deus determinaram viver, não da mendicância nem de rendas ou entradas fixas anuais, senão que, unicamente dos frutos do ministério pastoral e dos donativos que espontaneamente lhes oferecerem os fieis. Seu teor de vida sacerdotal, em comum e do comum, se inspira e modela sobre a vida dos Discípulos do Senhor da primeira Comunidade Apostólica. A tudo isso, nossos Padres acrescentaram uma fiel observância dos Sagrados Cânones, e dos Estatutos e Constituições que, de acordo com a potestade recebida do Sumo Pontífice eles mesmos, com o passar do tempo, foram impondo-se. Em 1604 foi publicado por primeira vez o código fundamental de nossas leis, ou Constituições, depois Clemente VIII outorgara sua aprovação mediante o Decreto Etsi ex debito de 28 de julho de 1604. Todos os membros, pois, de nossa Ordem estão unidos entre si por uma mesma profissão solene. Pelo qual, os religiosos teatinos imbuídos do espírito de São Caetano, abraçamos a profissão dos conselhos evangélicos como um caminho expedido e, sobretudo, seguro para alcançar a perfeição da caridade e a santidade sacerdotal e potenciar assim, mais e mais, nossa atividade apostólica. Assim, pois, esta nossa vida consagrada pela profissão dos conselhos evangélicos constituirá uma ajuda eficaz para o cultivo da vida comum, a qual certamente se fomenta e se fortalece com oração em comum de todos os irmãos – que encontra sua suprema expressão na celebração do Mistério Eucarístico – como também mediante uma caridade generosa com todos os irmãos. Em conclusão, pensemos que o espírito de nosso Pai São Caetano ocupa sem nenhuma classe de duvida um lugar relevante, tanto neste nosso tempo como na mesma Igreja de Cristo, sempre necessitada de reforma, e isso na mesma medida em que nossa família religiosa souber beber e restaurar suas forças nas fontes genuínas da perfeição cristã. (Cf. Constituições dos Clérigos Regulares — Teatinos) |
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Basílica Sant’Andrea Della Valle Cúria Geral dos Teatinos em Roma |
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Qual é o seu dom a ser oferecido aos irmãos e irmãs mais necessitados? Se nosso carisma, nossa espiritualidade, nossa História despertarem em você o desejo de dedicar a vida a serviço do Reino de Deus em nossa comunidade, estamos de braços abertos para acolhê-lo. |




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Desde os primórdios da Igreja existiram homens e mulheres que, pela prática dos conselhos evangélicos, se propuseram seguir e imitar mais de perto a Cristo. Porém, entre as famílias religiosas que o Espírito Santo sempre suscita na Igreja e que a mesma Igreja tem por hábito, com sua autoridade elevar à dignidade de estado canônico, deve-se nomear DOS CLÉRIGOS REGULARES, também chamados de TEATINOS, fundada por São Caetano juntamente com João Pedro Carafa — |
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Província Paulo VI do Brasil — Padres Teatinos |
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Vicenza, 16 de Junho de 1518. A Laura Mignani Veneranda Madre. Vosso doce esposo Jesus aumente em vosso coração a luz e o fogo, e queimam em nós, vossos amigos, todas as raízes do pecado. A carta de Você me consolou muito, pois desejava saber o seu estado de saúde, e pensei até que a minha última carta se tivesse extraviada. Louvemos todos ao que nos dá ajuda e consolo e não nos abandona apesar de nossos pecados. Você me ofende ao dar excessiva importância aos meus modestos serviços, a parte que isso não é obra minha e sim uma dádiva e delicadeza do Sr. Cardeal Pallavicini. Pelo que contais na carta, me dou conta de que os miseráveis mortais, tem pouca estima por estas coisas. Louvado seja o nome divino, se não foi de coisa às vossas necessidades. Era de se esperar que os donativos chegassem pelo menos aos 40 ou 50 ducados. Paciência. Aquele dia, como hoje, quarta feira, foi vendido também por ninharia o vosso esposo. Na sua bondade, ele se digne suprir com bens espirituais aquilo que falta as vossas necessidades temporais. Ele purificou as almas com seu precioso sangue. Quem sofre no purgatório, conhece bem este tesouro, como também os outros aos que Deus o faça entender nesta vida. O afeto que me manifestais nas chagas do vosso doce esposo Jesus cristo me causa tanto consolo, que não sei como agradecer ao Senhor um tão grande benefício. Estou certo, e isso me conforta que você receberá a recompensa daquele que lhe inspira tanto afeto por mim. |

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Não posso fazer por você outra coisa senão lembrar-me diante de Deus no meu sacrifício diário, que é sempre do seu agrado; quer ser oferecido por estas mãos pecadoras. Suplico a você que intercedeis diante do esposo para que não se aborreça comigo se me atrevo celebrar Santa Missa. Sem ele, que é minha vida, a morte da minha alma, seria certa. Rogo-lhe que a adorne com flores e perfumes de virtudes, já que lhe serve de morada. No remédio urgente desta minha necessidade está sem dúvida, interessada a honra de sua Majestade. Sofra em sua presença, como zeladora da glória, não permita que minha alma seja carne e lixo. Ele é vosso esposo que a ama; eu sou seu tesouro. Que se opõe a isso? Sei que sua mãe a ajuda. Espero que nossa padroeira Santa Mônica se lembre de mim e de quantos são seus filhos espirituais. Mas se não é de seu beneplácito, ele é o Senhor, se faça a sua vontade, como é justo. Tende piedade de mim. A minha cegueira é tão grande, que peço ao Senhor suas virtudes, sendo tão vagaroso de minha parte em arrancar os meus defeitos incompatíveis com elas Virtudes. Reconheço a verdade daquilo que dizeis na vossa carta: “A Tribulação é um fogo, que purifica os pecados.” Concordo, porém a vontade própria e sim a do meu Senhor; e, no entanto é o meu querer que triunfa. Minha idosa mãe se recuperou um pouco com a minha chegada. Eu quero que faça de mim total oferenda a vosso esposo, e que me ame por amor de Deus e não por amor a mim. Os sofrimentos que suportou são a melhor garantia de sua salvação eterna, já que não podem deixar de transformar-se em gozo. O Reverendíssimo Cardeal Pallavicini no meio do fogo do mundo, me inspira compaixão, você o ajude, coisa difícil nestes tempos. Se tivermos esse trabalho, e impedir que se afaste um amador de Jesus. O Senhor Bartolomeu Stella, vosso amigo caríssimo, se ordenou sacerdote, “ligou sua vida a cruz de vosso esposo” no dia seguinte da minha partida, segundo me escreveu. Você lhe alcance as infinitas do tesouro do Rei do Céu, para a honra de sua majestade, para a conquista das almas dos pecadores e consolo de quem amamos. Você não desconhece quem iniciou esta obra, o que importa é chegar ao fim. Vosso doce esposo queira aceitar por mim e delicado obséquio mandado por você. Mas sirva de lição o trabalho que supõe comida tão deliciosa. Eu queria me transformar, num momento, num manjar puro, digno de ser apresentado na mesa do eterno Rei. Pobre de mim! Que não tenho nada com que responder á vossa generosidade. Vosso amado esposo, doador e criador de todas as coisas, o supra aos cem por cento e assim cumula todas as necessidades de você como de toda a casa sob a cruz da vida escondida; que seja para todos os homens arma de defesa contra os eternos invisíveis inimigos. Vossa casa se digne de dispor de nossas pessoas e aceitar esta sua casa para serviço e comodidade do mosteiro, sempre que alguém daqui passe por aí. Todo de você, o indigno Sacerdote.
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